Vale refletir sobre a diminuição da representatividade política do Sul de SC

08 Agosto 2026 | Sábado 19h25
O Sul precisa olhar para dentro de si. A região carbonífera tem responsabilidade potencializada. Não é possível que se mantenha a redução da representatividade na marcha engatada nos últimos anos. Depois de ter marcado ocupado a posição de maior e mais forte representação no parlamento do Estado, da presença forte no Congresso Nacional e de posições no Executivo, vivemos uma realidade preocupante.
Para quem já teve governador do Estado, só nas últimas das décadas (Eduardo Moreira e Carlos Moises), hoje contenta-se com duas vagas de suplência para o Senado (Genésio Spillere e Volnei Weber). Por mais valiosas que sejam, as vagas de suplência no Senado costumam ser um prêmio consolação ou necessidade geográfica.
Nas três principais chapas majoritárias o Oeste reina absoluto com Jorginho Mello (PL), João Rodrigues (PSD) e Gelson Merísio (PSB). Nas vagas de vice, pela ordem, contemplam Joinville, Jaraguá do Sul e Florianópolis.
No Senado os principais nomes são de Chapecó (Carol De Toni) e São José/RJ (Carlos Bolsonaro); Florianópolis (Esperidião Amin) e Jaraguá do Sul (Antídio Lunelli); Blumenau (Décio Lima) e Florianópolis (Afrânio Bopré). Nenhum do Sul.
A alegada representatividade parlamentar no Congresso Nacional, onde Criciúma tem quatro deputados federais, merece a observação de que os perfis não são necessariamente melhores do que se teve nas legislaturas anteriores, embora com número menor.
O mesmo raciocínio vale para a Assembleia Legislativa onde no início das duas décadas passadas chegou a ter sete e oito de 40 deputados. Trocamos nomes fortes por representantes de núcleos (?nichados?), isto é, perfis com menor representatividade do setor produtivo e mais envolvidos com seus grupos, incluindo o segmento ideológico.
Para quem já teve governador do Estado, só nas últimas das décadas (Eduardo Moreira e Carlos Moises), hoje contenta-se com duas vagas de suplência para o Senado (Genésio Spillere e Volnei Weber). Por mais valiosas que sejam, as vagas de suplência no Senado costumam ser um prêmio consolação ou necessidade geográfica.
Nas três principais chapas majoritárias o Oeste reina absoluto com Jorginho Mello (PL), João Rodrigues (PSD) e Gelson Merísio (PSB). Nas vagas de vice, pela ordem, contemplam Joinville, Jaraguá do Sul e Florianópolis.
No Senado os principais nomes são de Chapecó (Carol De Toni) e São José/RJ (Carlos Bolsonaro); Florianópolis (Esperidião Amin) e Jaraguá do Sul (Antídio Lunelli); Blumenau (Décio Lima) e Florianópolis (Afrânio Bopré). Nenhum do Sul.
A alegada representatividade parlamentar no Congresso Nacional, onde Criciúma tem quatro deputados federais, merece a observação de que os perfis não são necessariamente melhores do que se teve nas legislaturas anteriores, embora com número menor.
O mesmo raciocínio vale para a Assembleia Legislativa onde no início das duas décadas passadas chegou a ter sete e oito de 40 deputados. Trocamos nomes fortes por representantes de núcleos (?nichados?), isto é, perfis com menor representatividade do setor produtivo e mais envolvidos com seus grupos, incluindo o segmento ideológico.

João Paulo Messer
Jornalista
