Prefeito de Criciúma enfrenta o mais difícil momento do governo

16 Maio 2026 | Sábado 21h00
Um ano e cinco meses após assumir o governo municipal de Criciúma, o prefeito Vaguinho Espíndola (PSD) vem enfrentando seus tempos mais difíceis. Até então os índices de aprovação sempre estiveram acima dos 80 por cento, seguindo um cenário que vinha da gestão passada. Não existe aferição tão recente que possa avaliar após os últimos impactos negativos. Existem opiniões e elas, óbvio, sofrem forte influência da condição e posição em que cada um está ao emitir parecer.
O fato é que chegou o momento dos testes mais severos ao governo municipal. Casos como a reação da população do bairro Pinheirinho à insegurança e a greve na AFASC, são os mais evidentes. Nesta semana até o caso de uma ponte que está em condições precárias num dos bairros (Imperatriz), virou fato explorado pela oposição.
Sobre o caso do Pinheirinho o problema vem de outros governos, mas só agora ganhou força de repercussão. Na AFASC a existência de focos internos vinculados até com "fogo amigo" podem ser considerados. Afinal, foram anos sem sequer haver cobrança do piso do magstério, mas de repente isso aparece. Quer dizer, Vaguinho não está só encontrando as dificuldades de gestão do processo natural que é potencializado pela oposição em ano de eleição, mas ligeiros incomodos podem residir dentro da própria administração. E este fato não é novo. Afinal, não é neste governo que se inventou a figura do "fogo amigo".
Por conta destas questões internas o prefeito parece ter feito uma aposta pesada nesta semana. Pesada e perigosa, ao trocar o líder de governo na Câmara Municipal.
Mas ainda nesta semana haverá um novo teste ao prefeito. Ele vai receber o governador Jorginho Mello (PL), que foi quem mais se movimentou para evitar a sua eleição, mas que hoje trás verbas necessárias à realização de inúmeras obras na cidade. Vaguinho terá que ser um bom anfitrião sem permtir que se pareça um cabo eleitoral do governador em retribição aos recursos liberados.
O fato é que chegou o momento dos testes mais severos ao governo municipal. Casos como a reação da população do bairro Pinheirinho à insegurança e a greve na AFASC, são os mais evidentes. Nesta semana até o caso de uma ponte que está em condições precárias num dos bairros (Imperatriz), virou fato explorado pela oposição.
Sobre o caso do Pinheirinho o problema vem de outros governos, mas só agora ganhou força de repercussão. Na AFASC a existência de focos internos vinculados até com "fogo amigo" podem ser considerados. Afinal, foram anos sem sequer haver cobrança do piso do magstério, mas de repente isso aparece. Quer dizer, Vaguinho não está só encontrando as dificuldades de gestão do processo natural que é potencializado pela oposição em ano de eleição, mas ligeiros incomodos podem residir dentro da própria administração. E este fato não é novo. Afinal, não é neste governo que se inventou a figura do "fogo amigo".
Por conta destas questões internas o prefeito parece ter feito uma aposta pesada nesta semana. Pesada e perigosa, ao trocar o líder de governo na Câmara Municipal.
Mas ainda nesta semana haverá um novo teste ao prefeito. Ele vai receber o governador Jorginho Mello (PL), que foi quem mais se movimentou para evitar a sua eleição, mas que hoje trás verbas necessárias à realização de inúmeras obras na cidade. Vaguinho terá que ser um bom anfitrião sem permtir que se pareça um cabo eleitoral do governador em retribição aos recursos liberados.

João Paulo Messer
Jornalista
