O silêncio das eleições pode dar à Santa Catarina um dos capítulos da marcha ré

26 Setembro 2026 | Sábado 18h30
Tem sido repetitivo o discurso de experiente políticos da regiao sul de SC de que podemos estar diante de mais uma vez a onda 22. A mesma leitura que em 2018 se apresentou comoonda 17 e que provocou uma das maiores surpresas na política. Desta vez o fato principal é a desinformação. Pouca gente fala sobre a eleição e muitos sequer sabem quem são os candidatos. E devemos lembrar que são seis votos: presidente, governador, dois votos para o senador, deputado federal e deputado estadual.
Os últimos episódios com capacidade de mexer com a cabeça do eleitor são os patrocinados pelo Supremo Tribunal Federal. E estes colam no desgaste do governo Lula e da figura do presidente, por extensão em todos os aliados. Como vivemos tempos de bipolaridade, ou é um ou é outro. Neste caso a reação do eleitor pode ser o de apostar no número de Bolsonaro, mesmo que o pai esteja preso e o filho que disputa a eleição estar enrolado no caso do Banco Master.
Não bastasse isso a família Bolsonaro sentiu uma brecha para eleger um de seus membros senador (Carlos) e o outro deputado federal (Jair Renan). Santa Catarina pode estar entregando o seu terrítório político ao capricho de uma família que trás o dscurso que o catarinense quer ouvir, mas o ruído deste discurso é tao grande a ponto de ensurdecer o eleitor. E de novo a onda pode fazer do eleitor catarinense um fantoche de ocasião.
Os últimos episódios com capacidade de mexer com a cabeça do eleitor são os patrocinados pelo Supremo Tribunal Federal. E estes colam no desgaste do governo Lula e da figura do presidente, por extensão em todos os aliados. Como vivemos tempos de bipolaridade, ou é um ou é outro. Neste caso a reação do eleitor pode ser o de apostar no número de Bolsonaro, mesmo que o pai esteja preso e o filho que disputa a eleição estar enrolado no caso do Banco Master.
Não bastasse isso a família Bolsonaro sentiu uma brecha para eleger um de seus membros senador (Carlos) e o outro deputado federal (Jair Renan). Santa Catarina pode estar entregando o seu terrítório político ao capricho de uma família que trás o dscurso que o catarinense quer ouvir, mas o ruído deste discurso é tao grande a ponto de ensurdecer o eleitor. E de novo a onda pode fazer do eleitor catarinense um fantoche de ocasião.

João Paulo Messer
Jornalista
