Neste domingo comemoramos o dia dos pais

07 Agosto 2026 | Sexta-feira 07h57
Neste fim de semana em que celebramos o Dia dos Pais, permita-me fugir um pouco do roteiro tradicional. Não quero apenas homenagear os pais. Quero fazer uma pergunta. Uma única pergunta. Daquelas que ninguém responde para os outros. Apenas para si mesmo.
Afinal... que pai é você?
Não importa se você é pai de um bebê que acabou de chegar ao mundo, de uma criança cheia de energia, de um adolescente que desafia seus limites ou de um filho adulto que já construiu a própria vida.
A missão continua sendo a mesma.
Porque a paternidade não tem aposentadoria.
Ela não termina quando o filho cresce, quando sai de casa ou quando passa a andar com as próprias pernas.
Ser pai é uma missão permanente.
Mas você está vivendo o tempo dos seus filhos ou continua querendo que eles vivam no tempo em que você cresceu?
Você conhece os medos deles?
Você conhece os sonhos deles?
Você sabe o que alegra e o que entristece o coração deles?
Ou conhece apenas as cobranças que faz todos os dias?
Os filhos talvez não se lembrem de tudo o que ouviram dos pais.
Mas jamais esquecerão daquilo que viram.
O exemplo continua sendo a maior herança que um pai pode deixar.
Muito mais do que dinheiro, patrimônio ou qualquer conquista material.
A maior riqueza de um pai é o caráter que transmite.
É o abraço que oferece.
É o tempo que dedica.
É a palavra que conforta.
É a coragem de pedir perdão quando erra e a humildade de continuar aprendendo a ser pai.
Porque ninguém nasce pronto para essa missão.
Todos aprendemos pelo caminho.
Mas existe uma responsabilidade que nunca muda: deixar um legado capaz de encher o coração dos filhos de orgulho, e nunca de vergonha.
Essa missão nos foi confiada pelo Pai, o grande Arquiteto do Universo.
E talvez seja a mais importante de todas as missões que receberemos nesta vida.
Por isso, antes de receber um abraço neste Dia dos Pais, faça silêncio por alguns instantes.
Olhe para dentro de você.
Esqueça as homenagens, os presentes e as mensagens das redes sociais.
E responda apenas para a sua consciência.
Quando seu filho falar de você daqui a vinte ou trinta anos, qual história ele contará?
Porque, no fim das contas, ser pai não é apenas gerar uma vida.
É inspirar uma vida.
E fica a provocação deste fim de semana: afinal... que pai você está sendo?
Afinal... que pai é você?
Não importa se você é pai de um bebê que acabou de chegar ao mundo, de uma criança cheia de energia, de um adolescente que desafia seus limites ou de um filho adulto que já construiu a própria vida.
A missão continua sendo a mesma.
Porque a paternidade não tem aposentadoria.
Ela não termina quando o filho cresce, quando sai de casa ou quando passa a andar com as próprias pernas.
Ser pai é uma missão permanente.
Mas você está vivendo o tempo dos seus filhos ou continua querendo que eles vivam no tempo em que você cresceu?
Você conhece os medos deles?
Você conhece os sonhos deles?
Você sabe o que alegra e o que entristece o coração deles?
Ou conhece apenas as cobranças que faz todos os dias?
Os filhos talvez não se lembrem de tudo o que ouviram dos pais.
Mas jamais esquecerão daquilo que viram.
O exemplo continua sendo a maior herança que um pai pode deixar.
Muito mais do que dinheiro, patrimônio ou qualquer conquista material.
A maior riqueza de um pai é o caráter que transmite.
É o abraço que oferece.
É o tempo que dedica.
É a palavra que conforta.
É a coragem de pedir perdão quando erra e a humildade de continuar aprendendo a ser pai.
Porque ninguém nasce pronto para essa missão.
Todos aprendemos pelo caminho.
Mas existe uma responsabilidade que nunca muda: deixar um legado capaz de encher o coração dos filhos de orgulho, e nunca de vergonha.
Essa missão nos foi confiada pelo Pai, o grande Arquiteto do Universo.
E talvez seja a mais importante de todas as missões que receberemos nesta vida.
Por isso, antes de receber um abraço neste Dia dos Pais, faça silêncio por alguns instantes.
Olhe para dentro de você.
Esqueça as homenagens, os presentes e as mensagens das redes sociais.
E responda apenas para a sua consciência.
Quando seu filho falar de você daqui a vinte ou trinta anos, qual história ele contará?
Porque, no fim das contas, ser pai não é apenas gerar uma vida.
É inspirar uma vida.
E fica a provocação deste fim de semana: afinal... que pai você está sendo?

João Paulo Messer
Jornalista
