Cobertura de esgoto no Estado está em 35,9%, longe da meta de 90% prevista para 2033.

Santa Catarina ainda terá um longo caminho para universalizar o saneamento básico. O tema foi o centro dos debates do Fórum 2050, promovido pela Fiesc, com participação do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SC).
Hoje, apenas 35,9% dos municípios catarinenses contam com cobertura adequada de coleta e tratamento de esgoto. O Marco Legal do Saneamento estabelece que esse índice deverá alcançar 90% até 2033.
O vice-presidente do TCE/SC, José Nei Alberton Ascari, destacou que cumprir essa meta exigirá planejamento, fiscalização e investimentos contínuos. O auditor Hemerson José Garcia reforçou que o Tribunal acompanha contratos e políticas públicas para garantir maior eficiência na aplicação dos recursos.
O seminário também debateu regulação, parcerias público-privadas e soluções para ampliar a infraestrutura. A avaliação é de que avançar no saneamento significa investir em saúde pública, preservação ambiental e desenvolvimento econômico para Santa Catarina.
