Concessionária cobra há três anos registros da obra considerados essenciais para esclarecer a origem das falhas.

A crise da Ponte Anita Garibaldi ganhou um novo elemento na Assembleia Legislativa. Documentos apresentados pelo deputado estadual Mário Motta indicam que a concessionária tenta obter, desde 2023, registros técnicos da construção considerados fundamentais para compreender a origem dos problemas estruturais.
Segundo o parlamentar, o material solicitado inclui diários de obra, boletins de campo e informações da execução da ponte. Sem esses documentos, a análise das causas das falhas fica limitada e dificulta uma investigação técnica mais precisa.
A cobrança ao DNIT e à ANTT voltou a ser registrada em reuniões realizadas neste mês, mas, conforme Motta, a documentação ainda não foi disponibilizada de forma completa. O deputado defende que essa ausência precisa ser esclarecida.
Enquanto isso, a ViaCosteira mantém os trabalhos de recuperação em regime permanente e a ponte segue interditada. Além do reparo da estrutura, cresce a cobrança por respostas sobre a gestão da obra e a preservação de seus registros técnicos.
