O 4 de julho foi último dia para inaugurações e entrega de ordens de serviço. Agora só após a eleição

05 Julho 2026 | Domingo 21h23
O último sábado marcou o último dia para uma série de ações que favorecem os candidatos à reeleição. Isso porque, sábado, dia 4 de julho, três meses antes da eleição que acontece em 4 de outubro, terminou um importante prazo para os movimentos dos candidatos que estão no governo e concorrem à reeleição.
Caso de Jorginho Mello, governador candidato à reeleição em Santa Catarina. Caso do presidente Lula, candidato à reeleição no governo federal.
Terminou o prazo para inaugurações e entregas de ordens de serviços.
Jorginho Mello soube aproveitar bem os últimos dois meses. Trabalhou de maneira intensa. Percorreu cada canto do Estado.
Garantiu apoios com repasses de verbas aos prefeitos e deles obteve aquela declaração de apoio em retribuição aos repasses. O fato é que ?o que aconteceu, aconteceu, o que não aconteceu não acontece mais.
Termina também o prazo da publicidade institucional do governo. A partir de hoje o ouvinte do rádio, por exemplo, não vai mais ver toda aquela carga publicitária que havia. Isso vale para o governo do Estado e vale para o governo federal, assim como vale às Assembleias Legislativas. É só observar e ver que a partir de hoje muito da propaganda institucional acabou.
A oposição de Jorginho Mello está de olho no que vai acontecer com aqueles prefeitos que até então vinham discordando dos seus partidos e declarando apoio no governador. A dúvida é que se as verbas não vieram, podem não vir mais. Isso pode fazer prefeitos mudarem o apoio. Foi o que aconteceu com o governador Carlos Moises, que perdeu a eleição porque não conseguiu entregar, por conta do calendário eleitoral, os recursos prometidos aos municípios e com isso muito prefeito mudou o apoio.
Caso de Jorginho Mello, governador candidato à reeleição em Santa Catarina. Caso do presidente Lula, candidato à reeleição no governo federal.
Terminou o prazo para inaugurações e entregas de ordens de serviços.
Jorginho Mello soube aproveitar bem os últimos dois meses. Trabalhou de maneira intensa. Percorreu cada canto do Estado.
Garantiu apoios com repasses de verbas aos prefeitos e deles obteve aquela declaração de apoio em retribuição aos repasses. O fato é que ?o que aconteceu, aconteceu, o que não aconteceu não acontece mais.
Termina também o prazo da publicidade institucional do governo. A partir de hoje o ouvinte do rádio, por exemplo, não vai mais ver toda aquela carga publicitária que havia. Isso vale para o governo do Estado e vale para o governo federal, assim como vale às Assembleias Legislativas. É só observar e ver que a partir de hoje muito da propaganda institucional acabou.
A oposição de Jorginho Mello está de olho no que vai acontecer com aqueles prefeitos que até então vinham discordando dos seus partidos e declarando apoio no governador. A dúvida é que se as verbas não vieram, podem não vir mais. Isso pode fazer prefeitos mudarem o apoio. Foi o que aconteceu com o governador Carlos Moises, que perdeu a eleição porque não conseguiu entregar, por conta do calendário eleitoral, os recursos prometidos aos municípios e com isso muito prefeito mudou o apoio.

João Paulo Messer
Jornalista
