O discurso de Júlio Garcia em Nova Veneza foi uma preciosidade em termos de oratória

20 Junho 2026 | Sábado 15h51
Enquanto todos estavam prestando atenção em Jorginho Mello e João Rodrigues, homenageados e sentados lado a lado, na sessão solene da Câmara de Vereadores de Nova Veneza, na última quinta-feira (18), um discurso chamou a atenção. Pode ter passado desapercebido de muitos. Os mais atentos absorveram um milhão de palavras em pouco mais de quatro minutos.
De cara devolveu aos homengeados a responsabilidade de seguirem aumentando o seu compromisso com a cidade, ao citar que foi o que fez quando esteve na mesma condição deles. Quer dizer, sem vangloriar-se lembrou que já passara por este momento e que os ali homengeados devem ativar o sentimento de gratidão, pois é o que todos esperam. Com isso arrancou aplausos e a reflexão dos que conhecem o que já deixou na cidade como contribuição. E não foram poucos os aplausos.
Logo depois elevou o sentimento público de Santa Catarina lembrando as diferenças que existem entre o Estado e o centro do Poder na capital federal. Quer dizer, ali colocou em modo de reflexão algum espírito revanchista ou personalista que poderia reinar no ambiente.
Com sutileza tocou no assunto que pairava no ar, em relação às presenças dos précandidatos Jorginho Mello e João Rodrigues. Ao citar os nomes invou a precedência alfabética dos nomes para dizer que são seres iguais citados nesta sequência, apenas por conta da ordem de letra no alfabeto, nada além disso.
Júlio Garcia disse muito ao citar uma reunião onde esteve, onde falou que pediu votos para José Milton Scheffer para deputado federal, sendo que ele também é précandidato ao mesmo cargo. E emendou, dizendo que fiz isso porque estava em uma reunião do partido de Scheffer, arrancando risos da platéia. Quer dizer, disse ali que se trata de respeito ao ambiente em que se está.
Sem ruidos na plateia que esteve o tempo todo agitada, falou brevemente com uma mensagem de respeito e gratidão para lembrar o peso da homenagem, seja para quem homenageia e para quem é homengeado.
Enquanto boa parte da plateia parecia hávida por algum tropeço ou alfinetada, o deputado Júlio Garcia costurou uma fala que fez mita gente recolher o olhar invocando em si o que se pode dizer da grandeza pessoal.
De cara devolveu aos homengeados a responsabilidade de seguirem aumentando o seu compromisso com a cidade, ao citar que foi o que fez quando esteve na mesma condição deles. Quer dizer, sem vangloriar-se lembrou que já passara por este momento e que os ali homengeados devem ativar o sentimento de gratidão, pois é o que todos esperam. Com isso arrancou aplausos e a reflexão dos que conhecem o que já deixou na cidade como contribuição. E não foram poucos os aplausos.
Logo depois elevou o sentimento público de Santa Catarina lembrando as diferenças que existem entre o Estado e o centro do Poder na capital federal. Quer dizer, ali colocou em modo de reflexão algum espírito revanchista ou personalista que poderia reinar no ambiente.
Com sutileza tocou no assunto que pairava no ar, em relação às presenças dos précandidatos Jorginho Mello e João Rodrigues. Ao citar os nomes invou a precedência alfabética dos nomes para dizer que são seres iguais citados nesta sequência, apenas por conta da ordem de letra no alfabeto, nada além disso.
Júlio Garcia disse muito ao citar uma reunião onde esteve, onde falou que pediu votos para José Milton Scheffer para deputado federal, sendo que ele também é précandidato ao mesmo cargo. E emendou, dizendo que fiz isso porque estava em uma reunião do partido de Scheffer, arrancando risos da platéia. Quer dizer, disse ali que se trata de respeito ao ambiente em que se está.
Sem ruidos na plateia que esteve o tempo todo agitada, falou brevemente com uma mensagem de respeito e gratidão para lembrar o peso da homenagem, seja para quem homenageia e para quem é homengeado.
Enquanto boa parte da plateia parecia hávida por algum tropeço ou alfinetada, o deputado Júlio Garcia costurou uma fala que fez mita gente recolher o olhar invocando em si o que se pode dizer da grandeza pessoal.

João Paulo Messer
Jornalista
