Flávio Bolsonaro passa dois dias em Florianópolis e incendeia militância do partido

10 Maio 2026 | Domingo 18h11
A presença do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) em Florianópolis na sexta-feira e no sábado é sem dúvida a nota do fim de semana. Mais de cinco mil pessoas em uma das mais badaladas casas de Jurerê Internacional, quase todos vestindo verde e amarelo, preferencialmente as similares à camisa da seleção brasileira, estiveram no evento em que quem mais brilhou, além do 01 de Jair Bolsonaro, foi o governador Jorginho Mello.
Ele ouviu de Flávio Bolsonaro que em Santa Catarina só existe uma candidatura bolsonarista, o que em terra barriga-verde significa um recado direto a João Rodrigues (PSD) que se diz mais bolsonarista do que o governador e a Esperidião Amin (PP) que é na prática o maior soldado de combate às pautas da direita no Senado.
Se na entrevista coletiva Flávio Bolsonaro desconversou sobre a recente prisão de Ciro Nogueira, que foi homem de confiança de Bolsonaro, no palanque as referências à corrupção vieram em forma de crítica ao presidente Lula.
Teve uma fala de Jorginho Mello que chamou a atenção pelas entrelinhas ou possibilidade de interpretação. Foi quando ele disse que Flávio Bolsonaro é equilibrado e seguiu dizendo porque pode ser o presidente do país. A palavra equilíbrio pode ser vista como uma maneira de lembrar que o pai do 01 é muito criticado por aliados de ser intempestivo.
Não há como não se enxergar no evento do PL, neste fim de semana, a grandeza do governador Jorginho Mello. Colou bem nos filhos de Bolsonaro e ouviu deles o que precisava, que é o candidato único da família em Santa Catarina.
Ele ouviu de Flávio Bolsonaro que em Santa Catarina só existe uma candidatura bolsonarista, o que em terra barriga-verde significa um recado direto a João Rodrigues (PSD) que se diz mais bolsonarista do que o governador e a Esperidião Amin (PP) que é na prática o maior soldado de combate às pautas da direita no Senado.
Se na entrevista coletiva Flávio Bolsonaro desconversou sobre a recente prisão de Ciro Nogueira, que foi homem de confiança de Bolsonaro, no palanque as referências à corrupção vieram em forma de crítica ao presidente Lula.
Teve uma fala de Jorginho Mello que chamou a atenção pelas entrelinhas ou possibilidade de interpretação. Foi quando ele disse que Flávio Bolsonaro é equilibrado e seguiu dizendo porque pode ser o presidente do país. A palavra equilíbrio pode ser vista como uma maneira de lembrar que o pai do 01 é muito criticado por aliados de ser intempestivo.
Não há como não se enxergar no evento do PL, neste fim de semana, a grandeza do governador Jorginho Mello. Colou bem nos filhos de Bolsonaro e ouviu deles o que precisava, que é o candidato único da família em Santa Catarina.

João Paulo Messer
Jornalista
