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Justiça autoriza município romper com a AFASC

Negado pedido que impede o município de buscar outro prestador de serviço de creches em Criciúma

17 Maio 2026 | Domingo 15h38
A Justiça negou pedido liminar do Sindicato dos Professores Particulares de Criciúma que tenta impedir a prefeitura de buscar alguma outra insituição para prestar o serviço nas creches do municíio. O prefeito Vaguinho Espíndola reagiu manifestando interesse em substiruir a AFASC na prestação do serviço prestado hoje. Isso gera uma mudança histórica no modelo da cidade.

Num primeiro momento tem se observado que esta pode ser apenas uma estratégia de pressão do governo, mas a cada dia que passa fica mais evidente que o prefeito não considera esta medida apenas estratégia, mas sim uma possibilidade.

Desde a criação a AFASC vem crescendo, absorvendo serviços e virando alternativa dos gestores em desburocratizar. Vaguinho tem demonstrado que a prioridade é a continuidade do serviço, independentemente de quem vai prestá-lo.

Se de fato o município seguir com a intenção de alterar o prestador de serviço os mais afetados serão, em primeiro lugar os profissionais que atuam neste trabalho e num segundo momento o segmento político que tem buscado na AFASC uma forma de driblar o rigor da legislação e burocracia neste setor.

Na prática acaba aquela indicação de professor por agentes políticos e a contratação será de alguma instituição como são as organizações sociais da saúde muito comum na prestação de serviços em hospitais como o Hospital Materno Infantil Santa Catarina.

A decisão da Justiça, exarada  neste fim de semana é a comprovação de que o município pode adotar um modelo diferente à gestão das creches, deixando com a AFASC serviços como o de clube de mães, grupos de terceira idade entre outros.
João Paulo Messer
Jornalista