Partido erra e o único vereador eleito pelo Republicanos pode perder a vaga

30 Abril 2026 | Quinta-feira 14h53
Em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral alegando fraude eleitoral à cota de gênero a Justiça Eleitoral da 10ª Zona de Criciúma acaba de derrubar toda a chapa do Partido Republicanos no município. Com isso o vereador Aldinei Potelecki, único eleito pelo partido, perde a vaga na Câmara Municipal de Criciúma. A decisão é de primeiro grau, portanto cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral. Um efeito suspensivo pode mantê-lo na cadeira.
O Cartório eleitoral deve informar em breve qual é o vereador que ocupará esta vaga, pois como os votos do PR foram todos anulados há um novo cálculo. A Câmara de Vereadores ainda não foi notificada.
São tidas como fictícias as candidaturas de Débora Matos e Josangela da Rosa Lopes. Elas teriam sido usadas para burlar o percentual mínimo legal exigido. A acusação é de que estas candidaturas femininas foram registradas apenas formalmente, sem a realização de atos efetivos de campanha, o que caracterizaria fraude.
As partes contrapuseram alegando que as campanhas foram feitas forma modesta e compatível com a realidade local.
Com a decisão da Justiça fica definida a cassação dos registros e diplomas com anulação dos votos de toda a legenda.
O Partido Republicanos de Criciúma inscreveu 16 candidaturas, das quais 6 eram mulheres e 10 eram homens. O partido tinha seis candidatas, sendo o mínimo necessário de cinco. Como duas não foram reconhecidas não preenche o mínimo necessário. Cai a chapa toda.
Direitos políticos
A decisão penaliza ainda todos os candidatos a vereador pelo partido com a perda dos direitos políticos pelo prazo de oito anos. São eles: Debora de Oliveira Matos, Aldinei Potelecki, Janaína de Oliveira Andreia Zommer da Silva Fernandes, Edilson Medeiros, Getil Francisco, Gilberto da Silva, Gladis Vicente, Ivonete Martins, Josangela da Rosa Lopes, Laércio Pereira, Marcelo dos Santos Nascente, Reginaldo Medeiros, Ricardo Straus, Valdenir Comin, Valtir Alves da Rocha.
O Cartório eleitoral deve informar em breve qual é o vereador que ocupará esta vaga, pois como os votos do PR foram todos anulados há um novo cálculo. A Câmara de Vereadores ainda não foi notificada.
São tidas como fictícias as candidaturas de Débora Matos e Josangela da Rosa Lopes. Elas teriam sido usadas para burlar o percentual mínimo legal exigido. A acusação é de que estas candidaturas femininas foram registradas apenas formalmente, sem a realização de atos efetivos de campanha, o que caracterizaria fraude.
As partes contrapuseram alegando que as campanhas foram feitas forma modesta e compatível com a realidade local.
Com a decisão da Justiça fica definida a cassação dos registros e diplomas com anulação dos votos de toda a legenda.
O Partido Republicanos de Criciúma inscreveu 16 candidaturas, das quais 6 eram mulheres e 10 eram homens. O partido tinha seis candidatas, sendo o mínimo necessário de cinco. Como duas não foram reconhecidas não preenche o mínimo necessário. Cai a chapa toda.
Direitos políticos
A decisão penaliza ainda todos os candidatos a vereador pelo partido com a perda dos direitos políticos pelo prazo de oito anos. São eles: Debora de Oliveira Matos, Aldinei Potelecki, Janaína de Oliveira Andreia Zommer da Silva Fernandes, Edilson Medeiros, Getil Francisco, Gilberto da Silva, Gladis Vicente, Ivonete Martins, Josangela da Rosa Lopes, Laércio Pereira, Marcelo dos Santos Nascente, Reginaldo Medeiros, Ricardo Straus, Valdenir Comin, Valtir Alves da Rocha.

João Paulo Messer
Jornalista
