Jorginho Mello cumpriu a legislação em visita à Assembleia Legisativa

03 Fevereiro 2026 | Terça-feira 20h00
Acostumado a fazer discursos de improviso, o governador Jorginho Mello foi extremamente protocolar ao comparecer à Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (3). Isso porque a Constituição prevê que na abertura dos trabalhos legislativos o chefe do Executivo compareça para ler a sua mensagem. E leu. Foram cerca de 10 minutos de uma fala direta com ponto e vírgula, sem improvisos.
Falou de cada uma das pastas do seu governo, que estava representado na platéia pelos Secretários de praticamente todas as pastas. Jorginho leu a carta, citou números precisos, deu esperanças de que o governo continuará acelerado e saiu como chegou, rodeado por seus aliados.
Quem fez as honras da casa foi o primeiro vice-presidente, deputado Fernado Kreling (MDB). O presidente Júlio Garcia estava em compromisso em São Paulo.
Ao Sul de SC umdetalhe chamou a atenção na fala do governador. Ele citou apenas o nome de uma Secretária, a de Luciane Ceretta, da Educação. Das demais áreas falou, mas não citou nomes.
Óbvio que são duas as observações a se fazer. A primeira é da ausência do presidente da ALESC, Júlio Garcia. A seguda foi o fato de o dsicurso ter sido ele todo lido. Nada daqueles improvisos bem animados de Jorginho.
Falou de cada uma das pastas do seu governo, que estava representado na platéia pelos Secretários de praticamente todas as pastas. Jorginho leu a carta, citou números precisos, deu esperanças de que o governo continuará acelerado e saiu como chegou, rodeado por seus aliados.
Quem fez as honras da casa foi o primeiro vice-presidente, deputado Fernado Kreling (MDB). O presidente Júlio Garcia estava em compromisso em São Paulo.
Ao Sul de SC umdetalhe chamou a atenção na fala do governador. Ele citou apenas o nome de uma Secretária, a de Luciane Ceretta, da Educação. Das demais áreas falou, mas não citou nomes.
Óbvio que são duas as observações a se fazer. A primeira é da ausência do presidente da ALESC, Júlio Garcia. A seguda foi o fato de o dsicurso ter sido ele todo lido. Nada daqueles improvisos bem animados de Jorginho.

João Paulo Messer
Jornalista
