Editorial - Texto de abertura do Programa de 8 de janeiro de 2026

08 Janeiro 2026 | Quinta-feira 07h40
8 de janeiro, a data que nos relembra uma das mais tristes reações da indignação brasileira.
Uma tragédia, posso dizer, sem exageros.
Fato que comparo a outras tantas e até ao 11 de setembro dos Estados Unidos.
Digo que é sem exagero não pelas mortes, mas pela morte coletiva da esperança brasileira.
Uma nação mergulhada no luto depois de tudo aquilo que aconteceu em 8 de janeiro de 2023.
Milhares de brasileiros viviam a esperança de que o pais, em um só ato, um só movimento que simbolizasse toda a desesperança, pudesse se transformar, mudar e signfiicar novas esperanças.
Ludibriados por um discurso absurdo, por planos igualmente absurdos e por ilusões vendidas a centenas de milhares de pessoas, que de olhos vedados e cerebros lavados por discurso populista e de esperança, avançaram contra o patrimônio que simboliza o Poder no país.
Triste 8 de janeiro. Data que relembra que sepultou-se a esperança de um país diferente.
De um pais igual ao desejo da grande maioria das pessoas, de paz, seriedade, ordem e progresso.
Pessoas levadas a agir de maneira atabalhoada, despreparada, desorientada e abandonada invadiram contra o Poder que vem corroendo a esperança.
E tudo se provou que o Brasil poderia ser ainda pior.
Que a Justiça não é lenta, como é quando julga outros criminosos.
A Justiça mostrou que quando quer julga os invasores de Brasilia em horas, nem em dias,
Mostra que o país tem poder. Mas o poder na mão de alguns poucos, literalmente poderosos, que seguem nos fazem reféns da esperança.
Uma tragédia, posso dizer, sem exageros.
Fato que comparo a outras tantas e até ao 11 de setembro dos Estados Unidos.
Digo que é sem exagero não pelas mortes, mas pela morte coletiva da esperança brasileira.
Uma nação mergulhada no luto depois de tudo aquilo que aconteceu em 8 de janeiro de 2023.
Milhares de brasileiros viviam a esperança de que o pais, em um só ato, um só movimento que simbolizasse toda a desesperança, pudesse se transformar, mudar e signfiicar novas esperanças.
Ludibriados por um discurso absurdo, por planos igualmente absurdos e por ilusões vendidas a centenas de milhares de pessoas, que de olhos vedados e cerebros lavados por discurso populista e de esperança, avançaram contra o patrimônio que simboliza o Poder no país.
Triste 8 de janeiro. Data que relembra que sepultou-se a esperança de um país diferente.
De um pais igual ao desejo da grande maioria das pessoas, de paz, seriedade, ordem e progresso.
Pessoas levadas a agir de maneira atabalhoada, despreparada, desorientada e abandonada invadiram contra o Poder que vem corroendo a esperança.
E tudo se provou que o Brasil poderia ser ainda pior.
Que a Justiça não é lenta, como é quando julga outros criminosos.
A Justiça mostrou que quando quer julga os invasores de Brasilia em horas, nem em dias,
Mostra que o país tem poder. Mas o poder na mão de alguns poucos, literalmente poderosos, que seguem nos fazem reféns da esperança.

João Paulo Messer
Jornalista
