Chefe da Casa Civil reúne prefeitos e técnicos para cobrar agilidade em projetos

18 Agosto 2025 | Segunda-feira 18h07
O Secretárion de Estado Chefe da Casa Civil, Keneddy Nunes esteve em Criciúma nesta segunda-feira (18) com uma missão curiosa. Veio para apressar a liberação de dinheiro oferecido pelo Estado através de convênios e contratos. Para isso reuniu prefeitos, vice-prefeitos e técnicos das prefeituras para explicar como o sistema burocrático irá funcionar a partir de agora.
Apartir do dia 1 de setembro o caminho destes convênios será encurtado. As prefeituras terão acesso direto às Secretarias de áreas de origem do dinheiro, diferente do que ocorre até então, quando tudo passa por pelo menos outros três departmentos. Assim as prefeituras irão preencher cadastros diretamente no órgão finalizador.
Compareceram prefeitos da AMREC (Associação dos Municípios da Região Carbonífera) e da AMESC (Associação dos Municípios do Extremo Sulcatarinense). Só para para AMESC e AMREC foram mais de 300 milhões em recursos.
Segundo Kennedy Nunes o governador passou pelos 295 municípios, ouviu as reivindicações, assegurou liberação de R$ 2,8 bilhõe, foram cadastrados até agora 86 por cento destes contratos mas só foram pagos 3,5 por cento, valor muito baixo. Subentende-se que isso ocorre por causa da burocracia e principalmente porque os municípios não atendem a rapidez ou as exigências.
Apartir do dia 1 de setembro o caminho destes convênios será encurtado. As prefeituras terão acesso direto às Secretarias de áreas de origem do dinheiro, diferente do que ocorre até então, quando tudo passa por pelo menos outros três departmentos. Assim as prefeituras irão preencher cadastros diretamente no órgão finalizador.
Compareceram prefeitos da AMREC (Associação dos Municípios da Região Carbonífera) e da AMESC (Associação dos Municípios do Extremo Sulcatarinense). Só para para AMESC e AMREC foram mais de 300 milhões em recursos.
Segundo Kennedy Nunes o governador passou pelos 295 municípios, ouviu as reivindicações, assegurou liberação de R$ 2,8 bilhõe, foram cadastrados até agora 86 por cento destes contratos mas só foram pagos 3,5 por cento, valor muito baixo. Subentende-se que isso ocorre por causa da burocracia e principalmente porque os municípios não atendem a rapidez ou as exigências.

João Paulo Messer
Jornalista
