Com uma carga pesada e sua habilidade de comunicação candidato do PSD ocupa espaços para diminuir a diferença em relação a Jorginho Mello

20 Agosto 2026 | Quinta-feira 14h53
Em Criciúma para prestigiar o ato de lançamento da dobradinha de candidaturas de Júlio Garcia e de Clésio Salvaro, na noite desta quinta-feira (20), o ex-prefeito de Chapecó e candidato ao governo do Estado, João Rodrigues passou a manhã concedendo entrevistas nas emissoras locais. Na rádio Eldorado foi enfático em afirmar que o governo de Jorginho Mello só se sustenta por conta da campanha publicitária bancada até então.
Sobre a sua candidatura considera que ela já provocou efeitos, argumentando que se não tivesse entrado na disputa Jorginho Mello seria eleito por WO por ser Santa Catarina um estado bolsonarista. Restringiu, desta forma, a interpretação de que Gelson Merísio vem com o papel exclusivo de criar palanque à candidatura presidencial de Lula.
?Quando eu renunciei eu tinha a certeza de que apenas iria contribuir com o processo eleitoral, mas hoje eu tenho a convicção de que vamos ganhar a eleição?, disse apostando que a sua administração em Chapecó o credencia a este patamar.
João denuncia que se identifica no portal da transparência a informação de R$ 30 milhões que o Governo Federal repassou ao sistema de saúde em Santa Catarina, mas que o governo estadual não usa e carimba com o adjetivo de má administração. Acrescentou revelando que o Estado teria R$ 10 bilhões aplicados, rendendo juros, recurso que poderia ter diminuído a fila de alta complexidade, fila essa que, segundo ele, está em 640 dias em média.
Na condição de candidato de oposição com chances de levar a eleição para o segundo turno tem sido contundente nas críticas ao governador Jorginho Mello. Tanto que sobre programas como o Estrada boa ele contesta alegando que o governador pagou apenas a metade do valor destinado e cola na sua fala adjetivos que abrem questionamentos sobre o governo.
Ele voltou a defender a privatização da Casan, da adoção de políticas que deram certo em Chapecó como o enfrentamento dos moradores de rua.
Jorginho Mello, por sua vez, tem trabalhado com as tradicionais restrições impostas pela legislação eleitoral pois segue no cargo e ainda optou por não ir para o confronto, como a ida aos debates. Já João Rodrigues não perde oportunidade de comunicar. Ele ainda aposta que reverte números a seu favor quando começar a propaganda eleitoral no dia 28 de agosto.
Sobre a sua candidatura considera que ela já provocou efeitos, argumentando que se não tivesse entrado na disputa Jorginho Mello seria eleito por WO por ser Santa Catarina um estado bolsonarista. Restringiu, desta forma, a interpretação de que Gelson Merísio vem com o papel exclusivo de criar palanque à candidatura presidencial de Lula.
?Quando eu renunciei eu tinha a certeza de que apenas iria contribuir com o processo eleitoral, mas hoje eu tenho a convicção de que vamos ganhar a eleição?, disse apostando que a sua administração em Chapecó o credencia a este patamar.
João denuncia que se identifica no portal da transparência a informação de R$ 30 milhões que o Governo Federal repassou ao sistema de saúde em Santa Catarina, mas que o governo estadual não usa e carimba com o adjetivo de má administração. Acrescentou revelando que o Estado teria R$ 10 bilhões aplicados, rendendo juros, recurso que poderia ter diminuído a fila de alta complexidade, fila essa que, segundo ele, está em 640 dias em média.
Na condição de candidato de oposição com chances de levar a eleição para o segundo turno tem sido contundente nas críticas ao governador Jorginho Mello. Tanto que sobre programas como o Estrada boa ele contesta alegando que o governador pagou apenas a metade do valor destinado e cola na sua fala adjetivos que abrem questionamentos sobre o governo.
Ele voltou a defender a privatização da Casan, da adoção de políticas que deram certo em Chapecó como o enfrentamento dos moradores de rua.
Jorginho Mello, por sua vez, tem trabalhado com as tradicionais restrições impostas pela legislação eleitoral pois segue no cargo e ainda optou por não ir para o confronto, como a ida aos debates. Já João Rodrigues não perde oportunidade de comunicar. Ele ainda aposta que reverte números a seu favor quando começar a propaganda eleitoral no dia 28 de agosto.

João Paulo Messer
Jornalista
