Segue o impasse no Sindicato dos quimicos

04 Maio 2026 | Segunda-feira 18h24
O corpo jurídico que defende os interesses da chapa derrotada na eleição de abril do ano passado no Sindicato dos Químicos de Criciúma voltou a levantar questionamentos sobre o cumprimento de uma decisão judicial.
Para relembrar, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região enfrenta um impasse após a decisão da Justiça do Trabalho que anulou a eleição de 2025 e determinou o retorno da gestão anterior até a realização de um novo pleito. Acontece que a diretoria que venceu a eleição e que é liderada pelo sindicalista Carlos De Cordes, alega que existem recursos em andamento e por isso rechaça a ideia de reintegrar os antigos dirigientes.
A decisão exarada recentemente é para que se anule o pleito de abril de 2025 e se faça a reintegração dos antigos dirigentes. A diretoria que venceu a eleição não entende assim e recorre. Assim, apesar da determinação judicial, a reintegração dos dirigentes da diretoria anterior não foi efetivada de forma integral.
O vice-presidente da gestão anterior, Edson Rebelo, alega que compareceu para assumir suas funções mas que a atual diretoria e a assessoria jurídica do sindicato anunciaram que não acatam a reintegração, recorrendo.
Nesta segunda-feira (4) o vice-presidente da chapa antiga reafirmou que tem notificado as empresas sobre o impasse e quer espaço para divulgar o confito. Já a atual diretoria entende que deve aguardar novas manifestações da Justiça e por isso não fará manifestação.
Para relembrar, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região enfrenta um impasse após a decisão da Justiça do Trabalho que anulou a eleição de 2025 e determinou o retorno da gestão anterior até a realização de um novo pleito. Acontece que a diretoria que venceu a eleição e que é liderada pelo sindicalista Carlos De Cordes, alega que existem recursos em andamento e por isso rechaça a ideia de reintegrar os antigos dirigientes.
A decisão exarada recentemente é para que se anule o pleito de abril de 2025 e se faça a reintegração dos antigos dirigentes. A diretoria que venceu a eleição não entende assim e recorre. Assim, apesar da determinação judicial, a reintegração dos dirigentes da diretoria anterior não foi efetivada de forma integral.
O vice-presidente da gestão anterior, Edson Rebelo, alega que compareceu para assumir suas funções mas que a atual diretoria e a assessoria jurídica do sindicato anunciaram que não acatam a reintegração, recorrendo.
Nesta segunda-feira (4) o vice-presidente da chapa antiga reafirmou que tem notificado as empresas sobre o impasse e quer espaço para divulgar o confito. Já a atual diretoria entende que deve aguardar novas manifestações da Justiça e por isso não fará manifestação.

João Paulo Messer
Jornalista
