Operações do grupo especializado no combate à corrupção agitam Criciúma

10 Fevereiro 2026 | Terça-feira 17h45
A terça-feira (10) teve mais duas operações do GAECO em Criciúma. Agora já são cinco em pouco mais de uma semana. Todas elas bateram à porta da prefeitura e a maioria das investigações remete ao ano de 2018, todas relativas à gestão capitaneada pelo ex-prefeito Clésio Salvaro. Pelo que foi apurado em apenas uma delas a batida de porta ocorreu também na casa do ex-prefeito.
A primeira operação foi para investigar possíveis irregularidades em um processo delicitação para concessão do restaurante da Praça do Congresso. A suspeita é do uso de laranjas ou de favorecimento de pessoas com grau de parentesco com o prefeito.
Na segunda operação o alvo foi o favorecimento de um servidor de confiança da prefeitura que teria recebida propina de maneira indireta. A esposa teria sido contratada por uma instituição de ensino sem prestar qualquer serviço. A contratação teria sido em retribuição a um favorecimento que o servidor proporcionou em contrato com a prefeitura.
Na terceira operação a busca foi por documentos que indicam o uso de estratégia de direcionamento de licitações para contratação de software na área ambiental.
Nas duas últimas, uma operação diz respeito a possível pagamento de empresas diferentes para o mesmo serviço de limpeza e outros paralelos. Na outra o processo está ligado ao direcionamento na contratação de empresas de tecnologia para trabalhos de geoprocessamento.
Em sintese são cinco operações, nem todas envolvendo o ex-prefeito, mas a repercussão público mira nele.
Nos bastidores a especulação é de que pelo menos as últimas duas operações tenham sido deflagradas a partir de informações recolhidas por ocasião da apreensão do telefone, do computador e outros documentos pertencentes ao ex-prefeito.
A primeira operação foi para investigar possíveis irregularidades em um processo delicitação para concessão do restaurante da Praça do Congresso. A suspeita é do uso de laranjas ou de favorecimento de pessoas com grau de parentesco com o prefeito.
Na segunda operação o alvo foi o favorecimento de um servidor de confiança da prefeitura que teria recebida propina de maneira indireta. A esposa teria sido contratada por uma instituição de ensino sem prestar qualquer serviço. A contratação teria sido em retribuição a um favorecimento que o servidor proporcionou em contrato com a prefeitura.
Na terceira operação a busca foi por documentos que indicam o uso de estratégia de direcionamento de licitações para contratação de software na área ambiental.
Nas duas últimas, uma operação diz respeito a possível pagamento de empresas diferentes para o mesmo serviço de limpeza e outros paralelos. Na outra o processo está ligado ao direcionamento na contratação de empresas de tecnologia para trabalhos de geoprocessamento.
Em sintese são cinco operações, nem todas envolvendo o ex-prefeito, mas a repercussão público mira nele.
Nos bastidores a especulação é de que pelo menos as últimas duas operações tenham sido deflagradas a partir de informações recolhidas por ocasião da apreensão do telefone, do computador e outros documentos pertencentes ao ex-prefeito.

João Paulo Messer
Jornalista
