Disputa por uma cadeira de deputado federal pode ser a maior que o Sul de SC já teve

05 Julho 2026 | Domingo 21h28
As coisas se inverteram no cenário eleitoral e a corrida por uma vaga na Câmara dos Deputados em Brasília está revelando que a eleição desse ano poderá ser muito diferente de outros anos. As circunstâncias e evidências revelam que a região pode ter até seis ou sete deputados federais eleitos.
Os quatro deputados federais atuais são considerados páreo forte nos seus partidos. Falo da deputada Júlia Zanatta que é aguardada com uma expectativa de estouro de votos. Falam em mais de duzentos mil votos. Ela tem sido personagem forte dentro da família Bolsonaro e isso é fator de peso na votação em todo o Estado.
A deputada federal Giovânia de Sá mudou do PSDB para o Partido Republicanos e com a benção do governador Jorginho Mello reforçou a sua candidatura que já era forte por conta, também, de que o deputado Ismael dos Santos, que rivaliza com ela nos votos da Igreja Assembleia de Deus, mudou de partido. Isso é interpretado como fato que favorece Geovânia de Sá.
Os, também, deputados Daniel Freitas e Ricardo Guidi estão no PL, partido que deve voltar a fazer um grande número de votos arrastando grande número de deputados. Ambos tem tido um trabalho mais silencioso, mas são vistos como muito bem votados.
Além destes quatro já deputados federais e candidatos à reeleição, o atual presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia (PSD) alça voo mais alto e busca cadeira na Câmara dos Deputados. Com as credenciais de ser um dos políticos mais respeitados por todas as siglas, com intensidade em todos os municípios catarinenses e que em Criciúma forma dobradinha com Clésio Salvaro, também figura entre os nomes dos prováveis eleitos.
Na esquerda a vereadora de Criciúma, Giovana Mondardo (PCdoB) é apontada como um dos principais nomes na lista de prováveis eleitos. Atual suplente de deputado ela ganha corpo de um dos nomes a serem mais trabalhados não apenas pelo seu partido, mas por todas as siglas da esquerda.
Os quatro deputados federais atuais são considerados páreo forte nos seus partidos. Falo da deputada Júlia Zanatta que é aguardada com uma expectativa de estouro de votos. Falam em mais de duzentos mil votos. Ela tem sido personagem forte dentro da família Bolsonaro e isso é fator de peso na votação em todo o Estado.
A deputada federal Giovânia de Sá mudou do PSDB para o Partido Republicanos e com a benção do governador Jorginho Mello reforçou a sua candidatura que já era forte por conta, também, de que o deputado Ismael dos Santos, que rivaliza com ela nos votos da Igreja Assembleia de Deus, mudou de partido. Isso é interpretado como fato que favorece Geovânia de Sá.
Os, também, deputados Daniel Freitas e Ricardo Guidi estão no PL, partido que deve voltar a fazer um grande número de votos arrastando grande número de deputados. Ambos tem tido um trabalho mais silencioso, mas são vistos como muito bem votados.
Além destes quatro já deputados federais e candidatos à reeleição, o atual presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia (PSD) alça voo mais alto e busca cadeira na Câmara dos Deputados. Com as credenciais de ser um dos políticos mais respeitados por todas as siglas, com intensidade em todos os municípios catarinenses e que em Criciúma forma dobradinha com Clésio Salvaro, também figura entre os nomes dos prováveis eleitos.
Na esquerda a vereadora de Criciúma, Giovana Mondardo (PCdoB) é apontada como um dos principais nomes na lista de prováveis eleitos. Atual suplente de deputado ela ganha corpo de um dos nomes a serem mais trabalhados não apenas pelo seu partido, mas por todas as siglas da esquerda.

João Paulo Messer
Jornalista
